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La Casa de Papel não entende de economia
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La Casa de Papel não entende de economia

A série espanhola de maior sucesso no catálogo da Netflix, desde janeiro, não entende de algumas noções básicas de economia ou finge não saber em prol do entretenimento. E isso não tem problema nenhum.

O enredo gira em torno de um assalto a casa da moeda espanhola aonde eles imprimirão milhões de euros (valores "infindáveis " para uma Espanha que passou por um recente crash financeiro em 2008), para, com a grana, "resolverem" a vida. 

Só que com um maior conhecimento sobre economia sabe-se que com mais dinheiro em circulação, menos ele vale. Se o Brasil deve milhões ao Uruguai, ele não pode imprimir o débito e quitá-lo, isso iria apenas desvalorizar a moeda local.

Em tese, se o assaltante da série consiga sair com o dinheiro da casa da moeda e, posteriormente , compre uma BMW e um barco de uma marca cara, as empresas terão um acréscimo financeiro provindo de um lugar que não deveria ter dinheiro e assim poderão comprar peças dos fornecedores em maior escala, que, por sua vez, poderão fornecer com um preço mais elevado em decorrência do maior aporte financeiro do seu mercado, isso tudo em proporções menores por se tratar de muito dinheiro na mão de poucos.

Ou seja, o assalto em " La casa de papel" contribuiria para um agravamento ou até a criação de um crise financeira se fosse real; contudo, por se tratar de algo fictício, é "apenas" um ótimo produto vindo de um mercado que não é o americano.

A primeira temporada está disponível na Netflix e foi produzida para a Antena 3 , da Espanha. A "segunda temporada" estreia no dia 6 de abril na Netflix.

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