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4 incríveis motivos para você assistir à série Startup
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4 incríveis motivos para você assistir à série Startup

Motivado pela minha nostálgica saudade de Sons of Anarchy, principalmente por ver o nome de Ron Perlman listado no elenco desta série, decidi dividir aqui 4 incríveis motivos para você assistir à série Startup.

Vale destacar que a série é coproduzida pela Sony, mas o que chama a atenção é que ela não está disponível online no grande mainstream da plataforma on demand mais acessada atualmente, ou seja, Netflix. Provavelmente, por isso ela ainda é pouco conhecido pela grande massa, porém, quem acompanha o Cracke ou assina o canal Sony nas redes de televisão por assinatura, poderá saber mais do que se trata.

E, afinal de contas, quais são estes motivos tão incríveis?

1) Deep web, criptomoeda, empreendedorismo, jogo de poder

Como não se apaixonar por uma ambientação tão dinâmica e verossímil como esta?

Justamente no momento que mais se discute a segurança da informação no mundo, a série mostra como a convergência de temas tão polêmicos geram um contexto que beira aquilo que é moral, ético e justo levando em consideração sua relatividade.

A série também surfa no ambiente da criptomoeda, tão evidente hoje em dia com a projeção do bitcoin na sociedade, e como essa nova dinâmica financeira pode ser explorada em benefício da bandidagem.

O elo narrativo que amarra estas características tão atuais na nossa sociedade transformam a série num jogo de poder onde o que está em jogo não é a justiça, mas como os protagonistas se comportam diante das adversidades, tal como vemos em outras séries como Billions, Homeland, Ray Donavan, entre outras.

 

2) Um elenco incrível

Além de Ron Perlman, ator que eu virei fã depois de Hellboy e Sons of Anarchy, há no elenco outras referências extraordinárias capazes de fazer você se apaixonar pela qualidade de atuação.

Martin Freeman é o eterno Bilbo da trilogia The Hobbit. Ele é extraordinário. Aqui ele assume o papel de Phil Rask, agente do FBI.

Adam Brody, bem conhecido pelos fãs de The O.C. também mostra sua incrível competência ao dar vida ao enfadonho Nick Talman.

 

Edi Gathegi aproveitou seu protagonismo para mostrar que pode ser mais que um coadjuvante do filme X-Men First Class. Ele também apareceu em Black List e outros papeis secundários em séries de expressão como House, mas é aqui que ele efetivamente se torna destaque pelo incrível carisma e empatia na sua atuação, tornando-se uma das grandes revelações da série.

 

 

Otmara Marrero também é grande revelação na série dando vida à Izzy Morales.

 

Ron Perlman, apesar de entrar na segunda temporada somente, catalisa toda a atenção pela sua força. Às vezes, tenho a impressão que ele faz até um personagem de apoio parecer protagonista por conta de sua incrível empatia. Eu sou fã dele.

3) Personagens densos, ricos e sem vergonha na cara

Eu, como roteirista experiente, sou meio suspeito ao apontar esse critério. Entendo que a grande maioria assiste às séries somente para se divertir, seja qual for o gênero. Mas não posso deixar de admirar a complexidade narrativa que uma série bem estruturada apresenta ao público.

Vejo estas qualidades em outras histórias brilhantes que carregam a formatação do anti-herói, como Breaking Bad, Família Soprano, Ozark, e outras séries que tornam o bandido um ser romântico que distorce a realidade para manter a sua moralidade ou valores.

Personagens ricos, verossímeis, conflituosos e ativos são muito mais interessantes, por isso a trama gera um grande engajamento do espectador.

Por mais que haja uma história que liga os personagens a motivações em conjunto, o fato de cada um também lidar com suas próprias vidas desgraçadas em algum aspecto.

E alguns destes problemas são até certo ponto muito possíveis dentro da nossa própria vida, como o sonhador que perde investimentos num negócio, a programadora que sonha em um dia ser reconhecida pela sua obra, o pobre discriminado que não aguenta mais viver à margem da sociedade ou o policial que acaba cometendo crimes depois de anos na carreira policial lidando com a difícil missão de não ser tentado pela corrupção.

Startup é uma desforra em todos os aspectos para estes personagens. Sabe quando você perde a paciência com alguma coisa depois de aguentar resignado algo muito difícil de suportar? É o exercício que os personagens da série parecem transcorrer. Tipo assim, como diria minha jovem filha, liguei o botão do phoda-se (tentei amenizar a expressão, desculpe).

 

4) A série Startup terá novas temporadas

Eu sei como é você criar um vínculo emocional com a série e depois descobrir que ela não durou tudo que poderia. Passei por isso várias vezes e o confesso que por mim poderia ter The Shield até hoje.

Startup atualmente tem 2 temporadas, mas já saiu a notícia de sua renovação para a terceira temporada. Portanto, não tema viver uma frustração depois de criar um elo de engajamento.

Eu sei como é ficar órfão de Breaking Bad, Sons of Anarchy, Lie to Me e tantas outras séries que me pegaram pelo coração. Inclusive estou sofrendo por antecipação a morte anunciada de Game of Thrones em 2019.

Startup é tão envolvente que o final da segunda temporada clama uma resolução imediata. Portanto, não nos deixe no vácuo por muito tempo, produtores!

Curtiu estas dicas? Se você conhece a série, mas não concorda tanto com minha opinião, pode deixar seus comentários aqui pra gente abrir o debate. Agora se você curte como eu a bandidagem nas corporações (pelo menos no campo da ficção) pode comentar aqui também. Aliás, todas as séries nomeadas aqui são também sugestões para você conhecer.

Até mais.

Rafael Cardoso

Rafael Cardoso

Um cidadão que deixou de ser passivo para trazer luz e ambiente à discussão social e político.

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